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Ex-aluno do CNSC-COC publica livro de direito

Advogado doou exemplar para a biblioteca da Fundação Educacional de Ituverava

O advogado João Josué Walmor de Mendonça, ex-aluno do Colégio Nossa Senhora do Carmo–COC, publicou livro na área de Direito Constitucional, com o título “Fundamentos da Supremacia do Interesse Público”, que foi editado e publicado pela Núria Fabris Editora, de Porto Alegre.

A obra é o resultado da pós-graduação, que teve como orientador o prof. Dr. Ricardo Maurício Freire Soares, cujo tema central foi o princípio da supremacia do interesse público sobre o privado. “Nele apresenta-se o interesse público como instrumento de equilíbrio social, e útil para tomadas de decisões, seja do legislador, ou do operador do direito”, explicou o advogado, em entrevista à Tribuna de Ituverava.

Na semana passada, Mendonça doou exemplar de seu livro à Biblioteca da Fundação Educacional de Ituverava. A obra foi recebida pela bibliotecária Vera Mariza Chaud de Paula, que falou sobre o autor. “Mais uma vez sentimos orgulhosos de nossos alunos, e ser testemunha do brilhantismo e do sucesso de ver o livro publicado por renomada editora, permite-nos acreditar que todo o esforço do professor é recompensado com essa atitude”, disse a bibliotecária.

Graduado pela Unifran e especialista em Direito Público, Mendonça é membro do Comitê de Ética em Pesquisa da FE/FFCL, coordenador da Comissão de Direitos e Prerrogativas da 70ª Subseção da OAB-SP, membro da Comissão de Ética e Disciplina da 70ª Subseção da OAB, onde participa como instrutor.

João Josué vem de uma família dedicada à advocacia. É filho do renomado advogado Felicíssimo Ribeiro de Mendonça e de Alaíde Maziero de Oliveira Ribeiro de Mendonça e têm os irmãos – também advogados – Wilson Antônio de Oliveira Mendonça e Viviane Ester de Oliveira Mendonça.

Questionamento
O livro traz, entre diversos outros
questionamentos, alguns debates importantes como a convivência ou não da soberania do Estado-Brasil e a vontade do povo quando colocado em conflito, em choque com interesses privados, particulares, coletivos, geral, público.
“A obra analisa, por exemplo, até que ponto é benéfico uma instituição privada como a FIFA ter a força de suspender a validade das Leis brasileiras, que proíbem vendas de determinados produtos – como a cerveja – nos estádios. Outro exemplo é até que ponto a união homoafetiva (conhecida como ‘casamento gay’), através de intervenção decisão jurisdicional, pode impor às instituições religiosas a aceitarem essas pessoas nos seus cultos, liturgias. Tais questionamentos têm como pano de fundo o choque do interesse público com a dignidade da pessoa humana, se realmente há choque ou um não seria expressão do outro”, explicou o autor.

Mendonça convida a comunidade científica para debater o interesse público em seus pontos de choque, especialmente relativo à dignidade da pessoa humana, com a manifestação dessa dignidade em suas variadas formas normativas.

Agradecimento
“Agradeço à talentosa amiga e professora Vera Mariza Chaud de Paula, pelo apoio incondicional e quem me incentivou a procurar uma editora para publicação e que me incentivou sempre a pesquisar, abrindo as portas da biblioteca da Fundação”, afirmou o advogado.

Ele agradece também os amigos da “pós”, Dr. Carlos Grupo Ribeiro e Dr. Rodrigo Dorotheu, pela caminhada, choros e risos. “Aos amigos Ana Maria F. B. Kalil, Benedito Edmar Furini (“Benê”) e Mônica de Queiroz Alexandre, fico grato pelas discussões, pelas mesmas lutas e trincheiras. E, também, meus pais e irmãos, pelo apoio incondicional, pela convivência e respeito, pois, sem isso, jamais alcançaria quaisquer êxitos, sendo o principal responsável por tudo, e, primeiramente, Deus, que, por Sua misericórdia, tem dado força para lutarmos junto”, concluiu o advogado.

A obra
Obra: Fundamentos da Supremacia do Interesse Público
Editora: Nuria Fabris (Porto Alegre)
Autor: João Josué Walmor de Mendonça
Páginas: 375 pgs.
Ano: 2012
Valor: R$ 98
Como comprar:site www.livrariafabris.com.br

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Colégio realiza primeiro EduCOC

Cresce cada vez mais o número de profissões, dificultando a escolha da carreira.

Pensando no futuro dos alunos, o Colégio Nossa Senhora do Carmo – COC realizou no último sábado dia 16 de Junho, o EduCOC, uma feira de educação que auxilia pais e alunos neste momento tão importante. Tiveram palestras ministradas pelo psicólogo Célio Marangoni e pela psicopedagoga Priscila Risi, bate-papo com profissionais e orientação vocacional.

Os participantes da feira tiveram uma pequena mostra do que vai enfrentar em sua rotina profissional, tanto os alunos em suas escolhas quanto aos pais em seu devido apoio. Foram apresentadas 30 profissões por pessoas que atuam na área, e que contaram um pouco de sua rotina e esclareceram dúvidas dos participantes. Os alunos puderam escolher as que lhes interessavam, dentre inúmeras que aconteciam ao mesmo tempo.

O Colégio Nossa Senhora do Carmo agradece a todos os colaboradores e participantes deste evento.

 

 

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Psicólogo proferirá palestra vocacional no Colégio Do Carmo - COC

Célio Marangoni virá a Ituverava para Feira de Educação do Colégio Nossa Senhora do Carmo-COC, em junho

O Colégio Nossa Senhora do Carmo-COC promoverá, no dia 16 de junho, a Feira de Educação, com o objetivo de orientar jovens sobre sua vocação profissional. Uma das principais atrações será a palestra do psicólogo Célio Marangoni, renomado orientador que trabalha com aconselhamento profissional e empresarial.

Formado há 28 anos pela Unesp-Assis, ele foi coordenador do Programa de Aprendizagem Industrial da Cimento Itaú, acompanhando jovens aprendizes. Também na mesma empresa, foi responsável pela área de treinamento e desenvolvimento de pessoal. Exerceu ainda coordenação de Recursos Humanos da Prefeitura de Franca. Desde 2000, é diretor da CM Consultoria, onde realiza palestra, treinamentos, desenvolvimento de talentos e consultoria empresarial.

Nesta semana, a Tribuna de Ituverava traz entrevista especial com o psicólogo. No texto, ele responde a perguntas clássicas, feitas pela maioria dos jovens, como "qual carreira devo seguir" ou "o que influencia na escolha profissional do jovem".

Veja, abaixo, os principais tópicos da entrevista:

Influências
"Acredito que com a evolução da tecnologia e a facilidade com que as informações circulam nos meios de comunicação, algumas profissões acabam tendo um destaque maior e de certa forma influenciam o jovem levando-o a uma decisão na escolha em função do status, da possibilidade de ganho financeiro e da perspectiva de emprego".

"Outros fatores que pesam na decisão da escolha profissional são a influência dos pais, familiares ou outras pessoas; a aptidão e o interesse pela profissão também pesam".

Importância da orientação vocacional
"Uma das decisões mais difíceis para qualquer jovem é aquela antiga frase: O que vou ser quando crescer?. Este é um momento complicado, pois a ansiedade, a insegurança e a indefinição sobre o futuro e o que escolher geram série de questionamentos sem resposta".

"O trabalho da orientação profissional ou vocacional visa, justamente, proporcionar aos jovens informações mais detalhadas sobre as profissões e também colocá-lo em contato com seus interesses e possíveis aptidões. É uma forma de ordenar as idéias junto com um profissional especializado, tornando mais clara as informações para sua decisão".

Aptidões e habilidades
"Todos nós temos um perfil psicológico que nos habilita ou facilita o nosso desempenho em determinada atividade ou função. Por exemplo, se eu não tenho nenhuma facilidade ou habilidade com números ou cálculos, dificilmente eu farei engenharia. E se fizer, poderei perceber durante o curso que essa provavelmente não foi a melhor escolha".

"Os resultados da orientação profissional ou vocacional são o esclarecimento e o entendimento de situações que ainda não estão claras para os jovens".

"No exemplo acima, a orientação deixará mais claro para a pessoa a sua dificuldade ou falta de habilidade e aptidão para a área de exatas. E isso vale em todas as outras áreas"

Fatores determinantes
"Hoje, a possibilidade de ganho financeiro e profissão do futuro levam muitos jovens a tomar sua decisão na escolha profissional em função desses dois aspectos, acreditando que isso já lhes garante o sucesso na sua profissão".

"Outro fator determinante é a família, amigos e o próprio interesse pela profissão. Outro aspecto é a aptidão e em muitos casos quase que uma vocação que, muitas vezes, já vem com a pessoa desde o seu nascimento"

O papel da família
"A família tem papel fundamental na escolha profissional dos filhos e essa escolha pode ser positiva ou negativa. Positiva, se for orientativa e esclarecedora, auxiliando de forma neutra e sem nenhuma interferência, imposição ou julgamento. Alguns pais devem estar pensando no momento que estão lendo isso à seguinte frase. Mais eu quero o melhor para o meu filho e por isso interfiro ou opino sobre a decisão dele".
"Tenho certeza disso, mais como pais temos que tomar cuidados, pois muitas vezes aquilo que nós queremos que nossos filhos sejam profissionalmente muitas vezes não é a escolha deles. E será que essa escolha os deixarão felizes?".

"Como disse anteriormente, o papel dos pais tem que ser de orientar e contribuir para o esclarecimento das dúvidas. Negativo se for determinante na escolha dos filhos, fazendo prevalecer o seu desejo e não o interesse ou habilidade dos jovens".

A indecisão
"Uma das formas de diminuir a indecisão é buscando informações que esclarecerão sobre o melhor caminho a seguir. Essas informações podem ser conseguidas na própria escola, na internet e nos sites de busca sobre as profissões".

"E nessa busca, a orientação profissional pode contribuir nessa diminuição da indecisão. Outro ponto importante é conversar com vários profissionais da área interessada e ouvir sua opinião".

Boa escolha
"Eu acredito que fazer uma boa escolha profissional é muito relativo. Existem muitos profissionais que, apesar de terem sucesso na profissão, não se sentem felizes nela. A boa escolha, em minha opinião, é estar satisfeito e gostar do que faz".

"Temos que lembrar que não existe profissão ideal ou que não tenha espinhos. Independente da escolha, fatores como a dedicação, a busca de novos conhecimentos e continuar os estudos sempre se mantendo atualizados fazem a diferença profissional. Agora, gostar do que se faz é a base para o profissional se sentir feliz e ter sucesso na sua profissão".

Artigo

A Importância da Orientação Vocacional na Escolha Profissional
Todos nós passamos por situações durante a nossa vida que nos levam a tomar decisões. Algumas decisões são mais difíceis do que outras, podendo influenciar para toda a nossa vida e contribuir para o que seremos e construiremos, ou seja, as decisões que irão compor a nossa história.

No mundo altamente competitivo em que vivemos e com uma diversidade de profissões que surge a cada momento, torna-se mais difícil para um jovem, que está a um passo de prestar um vestibular, fazer alguma opção consciente por uma carreira, pois esta decisão poderá e, com certeza na maioria das vezes, terá uma influência significativa para o resto da sua vida. Se a escolha profissional tiver êxito e a pessoa encontrar a felicidade e ser bem sucedido, com certeza nem se lembrará de que fez uma bela escolha.

Se por outro lado, abandonar o curso em andamento, como está comprovado estatisticamente com o grande ou nunca exercer a profissão, poderá trazer consigo a frustração de ter feito a escolha errada.

O peso acaba sendo muito grande nessa fase da escolha para decidir sobre o que fazer e o que quero ser no futuro, porque quando o jovem escolhe uma profissão, ele imediatamente faz uma previsão antes de começar o curso e de como será depois. Essa expectativa é reforçada pela sociedade e pela família. São inúmeras as exigências sofridas por quem vivencia essa fase da escolha de que curso fazer.

Dentro desse contexto, podemos citar: influência da família, mercado de trabalho, condições sócio-econômicas, mudanças que ocorrem naturalmente na própria adolescência e dúvidas quanto ao futuro. O que passará pela cabeça de uma pessoa neste momento?
Dúvidas, incertezas, desconfianças e, principalmente, expectativas criadas através da possibilidade de ganho financeiro.

É importante estar atento às novidades, às profissões que parecem ser promissoras, procurar constante atualização, do contrário, nossa "sobrevivência", enquanto profissionais, ficará cada vez mais ameaçada. E é nesse momento de dúvida que a orientação vinda de outra pessoa se torna muito importante. Como em todos os aspectos da vida, a orientação em momentos de indecisão pode influenciar e auxiliar na tomada da decisão de uma pessoa.
Às vezes, os pais dizem: “Mas eu oriento os meus filhos sobre a melhor escolha profissional, pois quero o melhor para eles. Quero que eles tenham o que não tive ou sejam o que não pude ser”.

Concordo plenamente com essa afirmação e sei que ela é extremamente sincera, mas é pautada na emoção, no sentimento de proteção dos filhos e não nas habilidades e competências dos mesmos. Os pais, na maioria das vezes, quando opinam sobre a profissão, se baseiam no sucesso profissional e principalmente no ganho financeiro da profissão. Por isso, a importância da orientação vocacional ou profissional para aqueles jovens que estão indecisos sobre a sua escolha.

Esse trabalho deve ser realizado com um profissional da área de psicologia que irá orientar o jovem através de entrevistas, dinâmicas de grupo, esclarecimentos, desmistificações e testes psicológicos.
Assim, as ideias clareiam e delineiam de uma forma menos nebulosa na cabeça do jovem, a ansiedade e a insegurança diminuem e o foco passa a ser, então, estudar e se preparar para entrar na faculdade. A orientação vocacional é um investimento feito agora que trará resultados positivos para a trajetória profissional do jovem.

Celso Marangoni é psicólogo formado há 28 anos pela Unesp-Assis, foi coordenador do Programa de Aprendizagem Industrial da Cimento Itaú, acompanhando jovens aprendizes e responsável pela área de treinamento e desenvolvimento de pessoal da mesma empresa. Exerceu ainda coordenação de Recursos Humanos da Prefeitura de Franca. Desde 2000, é diretor da CM Consultoria, onde realiza palestra, treinamentos, desenvolvimento de talentos e consultoria empresarial.

Fonte: Tribuna de Ituverava

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FE incentiva leitura entre alunos do ensino infantil

A leitura é o patrimônio da alma. Certamente, esta frase tem muito valor para quem pratica este precioso hábito. É através da leitura que se assimila o conhecimento, adquire sapiência, vivencia-se o que não pode ser tocado...
Enfim, vários são os benefícios que a leitura traz ao cidadão. E é por isso, que ela deve ser incentivada desde a infância. A Fundação Educacional de Ituverava é uma grande incentivadora da leitura, em todas as idades.
Nesta semana, a instituição – que é mantenedora do Colégio Nossa Senhora do Carmo-COC e liceu Van Gogh-Anglo – adquiriu mais de 800 livros dedicados ao público infantil. “A finalidade é enriquecer ainda mais o acervo de obras já existentes, dedicada exclusivamente a esta faixa etária. Com isso, pretendemos incentivar a leitura já a partir desta idade”, ressaltou a bibliotecária da FE, Vera Marisa Chaud de Paula.

Ela ressalta que o gosto da leitura deve ser reforçado pelos pais. “Não há melhor incentivo do que o exemplo. Pais leitores estimulam este costume entre seus filhos. É sempre bom ressaltar que o conhecimento é o maior legado que um ser humano pode deixar ao outro”, concluiu a bibliotecária.

A coordenadora do COC Júnior (escola de Ensino Infantil do Colégio Nossa Senhora do Carmo-COC), Marcela Nascimento Freitas de Oliveira, falou sobre a importância da leitura e sobre a aquisição dos livros.

“Sabemos que a leitura é de grande importância para o desenvolvimento dos nossos alunos e, pensando nisto, o COC JR., em parceria com a Editora Moderna, está desenvolvendo um projeto de literatura, onde cada turma da educação infantil trabalhará com um livro diferente, que além de ser lido em sala de aula, será lido também em casa, integrando a família e a escola”, afirmou.

A diretora da “Crescer” (escola de Ensino Infantil do Colégio Anglo), Silvia Helena Durante Pierazzo falou sobre a importância da leitura. “O livro enriquece o conhecimento, nos faz viajar no mundo da imaginação, além de ser um excelente contribuidor da boa escrita. A leitura é fundamental para a aprendizagem do aluno, pois é através dela que podemos enriquecer o vocabulário, obter conhecimento, dinamizar o raciocínio e interpretação”.

Fonte: Tribuna de Ituverava